Tema 8 – Aprender a Ler e Compreender no Ritmo Alucinante das Informações On Line (José Manuel Moran).Período: 15 a 31 de agosto Reflita sobre os fragmentos abaixo retirados do texto de Moran:
A partir dessas ideias, considerando o contexto da sua escola e suas atribuições de PROGETEC, reflita sobre as questões abaixo:Questão 1 - Como o professor e aluno "aprende a ler" e "compreender" na sociedade da informação? Questão 2 - Quando trabalhar com pesquisa pode representar um "risco" para a aprendizagem? Questão 3 - Como preparar os alunos para "o que focar e o que descartar" no momento da leitura?
Para facilitar a socialização das contribuições usaremos o quadro abaixo.
Quadro - Socialização do Tema 8/GED NTE-Regional.
Escola(s)/ PROGETEC(s)
Questão 1 Aprender a ler e compreender.
Questão 2 Pesquisa e aprendizagem.
Questão 3 Foco da leitura.
Wanderson Junior da Silva Marques/ E.E. Delfina Nogueira de Souza
A temática explicitada por Moran, nos remete a ideia de como nos vemos, agimos e nos comportamos em meio a tantas informações expostas na Web. Vivemos e somos atraídos para um mundo de informações relevantes com grande teor de importância, outrora, para informações sem base educacional e social. Para Moran: "Boa parte do fluir informativo é redundante e banal; não vale a pena dedicar-lhe tanto tempo".
A chave para esse emaranhado de coisas, está no ato de aprender a ler as informações, para que possamos discernir o que é preciso ler e subtrair, o que as múltiplas linguagens e mídias nos oferecem de mais importante, a fim de, aprofundarmos o nosso conhecimento, com vista num saber sistemático de ideias que contribuem na qualidade e compreensão da aprendizagem, a qual nos propomos a realizar.
Observamos na atualidade, que a partir da inserção, quase que em massa, dos meios e recursos tecnológicos na sociedade, os livros começam a perder importância e acesso único e exclusivo a informação, produção científica e metodológica. É possível notar essa "perda" textual, a qual, fomentava a leitura e desenvolvia a capacidade interpretativa, escrita e raciocínio. Diante de tantos recursos e meios de comunicação (FACEBOOK, TWITER, BATE-PAPO, E-MAIL e outros), a "quebra" de atenção e concentração é constante, isso faz com que o silêncio e a recepção de informações e aprendizagem sejam prejudicadas.
O ato de ensinar a ler, a pesquisar é uma constante, necessária a formação das crianças e jovens, porém, a educação e a preparação para a apropriação tecnológica é um dever de todos, tanto da escola, dos pais e da sociedade como um todo._ A leitura e o interesse em ler e o que ler, muitas vezes, surge e/ou desperta-se o desejo em casa, nos hábitos familiares. Alguns pais, trabalham a questão ainda na infância de seus filhos, direcionando livros e revistas infantis, até mesmo sites de caráter educacional e apropriado as idade, criando um laço afetivo na família e no gosto pela leitura._ Na escola, essa questão ser bem definida, embasado em estudos, discussões e estudos, o professor deve estabelecer uma boa linguagem com seus alunos, pois o mesmo cumpre um grande papel de instrutor e incentivador da aprendizagem, definindo o que pesquisar e trabalhar na Web, o tempo da aprendizagem, os ganhos e as perdas dessa aprendizagem, para a obtenção do sucesso estudantil.
Carolina R. R. D Sanches
E.E. Leontino
A. de Oliveira
Rio Negro
Acredito que o 'aprender a ler' está mais associado à dedicação do indivíduo do que à tecnologia atual. Mas não se pode deixar de perceber que essa gama de informações que se encontra nas mídias digitais, "facilitando" a pesquisa de temas diversos, contribuem para que o indivíduo deixe de ler de forma compreensiva e somente 'copie' o que encontrou na pesquisa. Para que se aprenda a ler de forma clara, é necessário dedicação e muitas horas de pesquisa e treino.
A pesquisa de conteúdos com alunos deve ser feita de forma bem dirigida e com muita fiscalização. Mas a forma mais eficaz é sempre uma boa conversa antes da aula para explicar e conscientizar os mesmos sobre a importância do tema pesquisado, para não se perder o foco da pesquisa.
É importante que os alunos tenham em mente o que o professor quer daquela pesquisa. Qual o foco da aula, o que realmente interessa dos textos lidos, assim ele fará uma pesquisa consciente, prazerosa e que de resultados positivos na aprendizagem do conteúdo.
Leiva Ap. da Silva Além/
E.E.Professora Catarina de Abreu
Começando por assuntos de seu interesse e socializando esses interesses que pode ser por meio de rede sociais ( twitter, facebook e outros), e-mail, blogs, wiki, google docs e google drive. O professor para conseguir que o aluno se interesse pela leitura tem que interagir a leitura nas redes sociais que o aluno fica por maior tempo e aos poucos.
Quando coloca-se o aluno a fazer pesquisa aleatórias sem um norte. Os alunos devem ter referências de sites a serem pesquisados pelo professor, por isso que é muito importante o professor além de ter seu aprendizado pedagógico deve saber e conhecer as tecnologias, sites para poder divulgar. Antes de indicar deve ser lido e compreendido para depois passar a diante.
Pelo conhecimento que o professor deve ter antes de passar para os estudantes. Com a prática isso vai ficando visível. Temos muitas informações, mas poucas valem a pena ser lidas e compreendidas. Essa descoberta também pode ser coletiva por meio de comunicação nas redes sociais.
PROGETEC: Nayara da Silva Castro/ EE José Serafim Ribeiro
A leitura é uma das principais atividades da instituição escolar, por isso a mesma precisa ser trabalhada com dedicação e esforço tanto pelo gestor da escola quanto pelos educadores.
A leitura e a escrita são o próprio processo de formação de uma cultura letrada. Ler e escrever são atividades exigidas na educação escolar, mas para os alunos, quase sempre ou em quase sua totalidade, é um fardo, um processo enfadonho, desvinculado com qualquer aproximação com o prazer. O que ele faz em relação a tais atividades está diretamente relacionado com obrigação e, em um mundo de alta tecnologia, comunicar pela oralidade está cada vez mais acessível, como por exemplo: o uso do telefone, do rádio, da televisão, da Internet e outros meios eletrônicos.==== ====
O estudo em sala de informática tem que ser dirigido porque senão fica uma coisa muito vaga. O aluno acaba por dispersar suas idéias e entrando em sites que não são autorizados pelos professores. Se for um estudo bem dirigido o professor conseguirá alcançar seus objetivos fazendo com que o aluno aprenda mais e leia mais.
A leitura é, pois, um processo que exige a habilidade e a capacidade cognitiva do próprio leitor, o que significa, que o nível de leitura é construído a partir de um ponto e nunca está pronto, porque quanto mais se lê, mais se aprende a ler. Da mesma forma acontece com a escrita, ou seja, quanto mais se escreve mais se aprende a escrever
Com surgimento da tecnologia, a leitura não é mais, como era em um passado bem próximo, encontrada apenas em livros e demais papeis impressos, afinal a cada dia surge uma nova tipologia textual de origem tecnológica tais como: e-mails, sms, bate papos, C.Is, propagandas, notícias, dentre outros. Como a leitura pode ser encontrada em todo e qualquer lugar, ela não é só acessível, mas também é necessária. Com a tecnologia a leitura é facilitada tanto para o professor quanto para os estudantes, podendo trabalhar com e-books para serem lidos em celulares, tablets, entre outros, podendo também trabalhar com as redes sociais, um texto corrigido no computador, por exemplo, pode ser revisado e reescrito diversas vezes, ou como atividades de pesquisas sobre diversos assuntos na internet podem auxiliar e complementar o conteúdo em sala de aula. A tecnologia nesse caso é apenas um suporte, o importante é que o conteúdo seja de qualidade.
A pesquisa em si nunca apresentará um risco ao estudante, a não ser se o professor não tiver um planejamento adequado, com sites de referencia, com um conteúdo previamente explicado, pois o professor é o mediador da tecnologia com o estudante.
Através de um esclarecimento prévio do professor o estudante terá condições de selecionar sites e/ou dados válido que sejam pertinentes a sua pesquisa.
EEJAQ e EEJAR
PROGETECs
Giliarde Rodrigues
Geovani Vilela
Rosiley Alves
Aprender a ler e compreender se torna cada dia mais difícil, pois os meios de comunicação apresentam cada vez mais uma gigantesca gama de conteúdo, sendo que a maior parte deles não apresentam consistência suficiente para nos informar sobre determinado assunto, sendo assim o mérito do professor e também do aluno reside em saber selecionar os texto com maior qualidade e embasamento.
A pesquisa se constitui em uma ótima estratégia para o enriquecimento do conteúdo e consequentemente do processo de ensino aprendizagem, porém a mesma deve obedecer a critérios estabelecidos pelo professor, que mesmo antes de encaminhar os alunos para a Sala de Tecnologia Educacional, deve indicar sites confiáveis e nortear o enfoque do aluno em relação ao conteúdo, apontando as principais características a serem observadas nos textos estudados.
Cabe ao professor deixar claro para o aluno o que deve ser pesquisado, direcionando a pesquisa e participando de forma efetiva na realização da análise e seleção dos textos. Dessa forma, o aluno gradativamente irá desenvolver a capacidade de focar naquilo que é pertinente e descartar aquilo que não é confiável ou consistente.
E.E.A.F.I;
E.E.M.S eE.E.C.B;
PROGETECS: Janaina Silvéria, Marli Borges da Costa e Sueli O. C. Ramos.
Hoje com as inúmeras informações que nos chegam precisamos “aprender a ler” de uma forma diferente, sabendo selecionar o que é mais importante e deixando de lado mensagens e textos supérfluos que não nos acrescentam nada, utilizando desse tempo para interpretar e compreender o que lemos. Para isso é preciso que professores e alunos desenvolvam um senso crítico e interajam de maneira prática com as mídias, para que o aprendizado não seja apenas teórico.
O trabalho com pesquisa pode representar um “risco” quando não for direcionado pelo professor e quando o aluno simplesmente copia e cola os textos. O ideal também é que o professor previamente sugira sites confiáveis a seus alunos.
O professor deve conhecer e informar aos alunos as fontes não confiáveis para pesquisa e também ajudá-los a identificar essas fontes, para poder direcionar suas pesquisas somente em sites seguros. Por outro lado, o professor precisa incentivar os alunos à leitura e, conforme Moran devemos motivá-los a partir do que gostam, utilizar as redes sociais seria uma alternativa, estimulando-os para levá-los a leituras mais exigentes.
E.E.Zumbi dos Palmares Progetec Luzia.
Para Moran a leitura põe em jogo todas as atividades cognitivas: a identificação que compõem a linguagem escrita (esta atividade pressupõe que o aluno faça a mesma, como fonemas e a compreensão do significado da linguagem escrita (o que pressupõe um acto de interpretação por parte do aluno). É neste processo de leitura que nos vamos centrar, mantendo em mente, todavia, a ideia de que a compreensão de um texto depende sempre da descodificação da escrita, ou seja, de saber ler no sentido literal. Se os alunos centrar na compreensão da leitura eles vai entender a outra evidência sobre o acto de ler que nem sempre mereceu o devido reconhecimento: não basta aprender a ler, é necessário aprender com o que se lê: necessário interpretar os conteúdos e atribuir-lhes significado, para que a leitura, enquanto exercício de inteligência cumpra o seu papel, esta interpretação não é um acto mecânico de juntar letras e formar palavras, mas um verdadeiro diálogo entre aluno e professor em que ambos coparticipa na produção de sentido do texto e leitura
No Texto Moran diz que as inovações introduziram das em sala de aula sejam objeto de pesquisa que permitam a generalização e o uso posterior com segurança. Vale dizer que a sala de aula deve ser um laboratório para pesquisas educacionais e o que não estiver sendo alvo de pesquisa deve estar em uso em decorrência de pesquisas anteriores que lhe deram sustentação. Embora este seja o quadro desejável, nem sempre é o que se encontra nas realidades de sala de aula, especialmente em países em que a pesquisa neste ambiente não é tradição e onde o professor-pesquisador é ainda uma quimera. Um dos aspectos que tem merecido a atenção dos pesquisadores é o intercâmbio entre alunos no processo ensino-aprendizagem e a passagem do controle das atividades educacionais para o próprio aluno.
O grande Foco e fazer com que os alunos se envolvam em diferentes situações de leitura a fim de se tornarem leitores competentes faz parte da proposta pedagógica de toda a escola, que atende do 6° ao 9° ano do Ensino Fundamental e o Ensino Médio. O acervo da sala de leitura não é grande, mas a sala é concorrida graças às várias propostas. Uma delas é o projeto de leitura Gibi teca em que todos os alunos leem. Pelo menos duas vezes na semana Os alunos escolhem a história que querem ouvir lendo os Gibis. Que têm alunos com mais dificuldade na leitura e escrita.
E.E.SIDRÔNIO ANTUNES DE ANDRADE
PROGETEC DANIELLE NAVARRO
Para Moran todos, na atualidade aprendem juntos, conectados, através de redes sociais, sendo que o intercâmbio é fascinante. A maioria dos estudantes para não dizer sua totalidade participa do fluir contínuo da informação do Twitter ou Facebook, entretanto o perigo está na empolgação da fascinação do ritmo alucinante das mensagens e da falta de concentração e tempo para aprofundar as que são mais significativas. Sabemos, porém que a leitura é acessível, mas também é necessária. Com a tecnologia a leitura é facilitada tanto para o professor quanto para os estudantes, mas que a tecnologia é apenas um suporte, o imprescindível é que o conteúdo seja de qualidade. Cabe ao professor não só refletir sobre as fontes e o conteúdo das leituras, mas também propiciar aos estudantes tal reflexão e posicionamento crítico.
É notável o frequente uso da internet como ferramenta de busca e consulta para trabalhos escolares e estas ferramentas podem colaborar na educação, desde que A pesquisa seja desenvolvida com critérios estabelecidos pelo professor. Podemos citar a orientação prévia aos estudantes antes de adentrarem a Sala de Tecnologia Educacional, e ainda a sugestão e/ou indicação de fontes/sites confiáveis, além de mediar o conteúdo, considerando as principais características apresentados nos textos expostos.
De acordo com Moram e segundo as palavras de Freire (1997), a leitura nada mais é do que uma operação inteligente, difícil, exigente, mas gratificante, ou seja, ler é procurar ou buscar criar a compreensão do lido; daí, entre outros pontos fundamentais, a importância do ensino correto da leitura e da escrita. Cabe ao professor ensinar a ler e possibilitar a experiência criativa em torno da compreensão. Os estudantes são capazes de ler e reler o que lhes é propiciado, refletir e posicionar-se sobre; se são orientados para tal, se são motivados para tal.
E E Ernesto Solon Bores
PROGETEC - Edinho
De acordo com a leitura de Moran, é preciso aprender a ler de várias formas, sob várias perspectivas, para poder enternder o que se passa ao seu entorno. Atualmente a leitura e o acesso a informação transcende o mundo analógico e se impregna cada vez mais nos ambientes digitais, com maior alcançe e repercussão dessa informação. Nesse sentido as informações e o acesso a leitura está disposto em apenas um clique e milhares de possibilidades na rede mundial de computadores, fato esse que muitas vezes nos bombardeiam de novas informações e possibilidades de leituras em todos os momentos. O maior desafio na atualidade seja para professores ou alunos é saber ler aquilo que é relevante e como será processada essa informação, que conforme Moram há uma superfície movediça onde as informações se aglomeram e uma acaba soterrando a outra a medida que acessamos por exemplo as redes sociais onde são postadas diariamente várias coisas que são lidas por várias pessoas. "Quanto mais infomação, mais difícil e complexo se torna o ato de ler e mais necessário se faz aprender a ler de muitas formas, integrando múltiplas linguagens e mídias, de forma muito mais rica e profunda" - Moran. Dessa forma professores e alunos tendem a encontrar um equilíbrio sobre o que lêen e a qualidade do que estão lendo, tempo para refletir e digerir o que foi lido.
Trabalhar pesquisas com os alunos requer certos cuidados, haja vista que geralmente acessam a internet para realizar buscas dos temas propostos, isso se não for muito bem orientado pelo professor, corre o risco de perder o sentido, pois o aluno tende a meramente buscar um link e mesmo que chegue a ler aquilo que acessou não irá processar a informação e fatalmente copiará e colará o texto acessado em seu trabalho ou apresentação, sem que com isso tenha realizado de fato a pesquisa. A pesquisa passa a ser um risco para aprendizagem quando é realizada sem propósito, sem objetivo ou sem ações para apropriação/depuração de conhecimento por parte do aluno.
O professor precisa deixar claro para o aluno os objetivos e as competências do que é solicitado ao aluno no momento da leitura, para que o aluno possa com clareza discernir do que é relevante e o que não é relevante para ser aproveitado na leitura ou na pesquisa. Pois o aluno tende a ir no mais fácil e mais prático, o que quase sempre leva ao erro se não for bem orientado. Outro fator que faz com que o aluno se foque na leitura é a socialização, pois quando o aluno é estimulado a compartilhar, e ele terá de interar-se do que será lido e posteriormente expor suas ideias.
E.E.João Ribeiro Guimarães PROGETEC Eliane Neves
A ação do aprender a ler é mais simples a complicada e compreender, pois segundo o texto para reflexão, temos muita informação, muito texto para ler, para obter conhecimento porém o tempo é curto para compreender o que está lendo, será que realmente tudo que se está lendo está sendo aproveitado. A meu ver não. O professor tem tanto curso, tanta informação preciosa e pouco tempo para repassar, então esse repasse acaba sendo um pouco superficial. Para Moran,"É importante quebrar o ritmo do caleidoscópio informativo para meditar, pensar, analisar, perceber, decantar, concluir. Sem esses tempos de quebra de ritmo, corremos o risco de sermos levados pelas sucessivas ondas, sem saber surfá-las." Pois com tanta informação tecnológica é uma tarefa árdua o professor conseguir conquistar no aluno o hábito da leitura, com certeza será uma batalha, mas uma batalha bem mais fácil com o uso das tecnologias educacionais a nosso favor, pois assim o professor consegue se aproximar do aluno e une o dever ao prazer.
Se torna um risco porque o tempo é curto, assim a primeira página que aparece para o assunto selecionado já está bom, como no próprio texto diz, não temos tempo de avaliá-lo será mesmo que aquele contem o melhor resultado? Quando o professor tem um tempo extra para selecionar melhor os sites com certeza a melhoria acontece. Então o risco está na falta de tempo em avaliar o conteúdo disponível, e digo todo o conteúdo.
Primeiramente o professor que tem um bom planejamento já começa bem, direcionar o aluno numa pesquisa embora pareça uma tarefa simples é um pouco complexa. Hoje os jovens pensam saber muito e sempre mais que nós, muitos não falam, mas pensam. O professor precisa de um roteiro diante do tema a ser pesquisado, direcione alguns links conforme o que planejou para que os alunos não percam muito tempo vagando por sites e perdendo tempo da aula.
Equipe do NTE-Regional
O professor deve ter consciência de que são muitas as maneiras de se aprender a ler e de compreender o que se lê e que é necessário focar no interesse do aluno para motivá-los a partir do que gostam e conhecem para depois realizar um trabalho de mediação e orientação de leitura. Cabe ao professor direcionar as leituras significativas que favoreçam a aprendizagem do aluno.
Quando não há um planejamento;
quando não se propões ações a serem realizadas após ou relacionada à pesquisa;
quando se propões um tema muito abrangente;
quando se trabalha o tempo todo com pesquisa, sem objetivos definidos.
O professor deve,mais uma vez, ser o orientador e mediador para que os alunos compreendam que nem tudo que está na internet é adequado e aprendam a selecionar e interpretar informações. algumas formas de direcionamentos seriam, propor roteiros, lanças desafios, problematizar, formular questões abrangentes que permitam diferentes soluções e interpretações.
Escola Estadual Antônio Valadares
PROGETEC Vanessa Benites
Nos dias atuais as informações estão em todos os lugares, no entanto a grande parte dessas informações não são verdadeiras ou incompletas, assim é importante que o professor ensine aos alunos como selecionar essas informações, ou seja, LER. É importante que os alunos comecem a fazer questionamentos sobre o assunto em questão e o que ele gostaria de descobrir a respeito deste tema. Assim facilitará na hora de fazer as leituras e as interpretações dos textos consultados.
Acredito que se torna um risco a partir do momento que o professor não planeja o passo a passo dessa pesquisa. Ou seja, usa esse momento de pesquisa como um passar de tempo. A utilização da pesquisa da maneira correta pode abrir novas possibilidades para alunos e professores. O professor deve ensinar ao aluno as várias maneiras de ler um texto, sempre escolhendo o que vai ler e como vai ser essa leitura.
Toda pesquisa (leitura) necessita de um ponto de partida, assim o professor deve deixar claro o que deve ser o tema, o assunto a ser procurado. Após a definição do tema, é necessário que seja feito um planejamento (nesse momento começa os descartes), um plano ou ainda, um esquema para que a pesquisa seja realizada.
Tema 8 – Aprender a Ler e Compreender no Ritmo Alucinante das Informações On Line (José Manuel Moran).Período: 15 a 31 de agosto
Reflita sobre os fragmentos abaixo retirados do texto de Moran:
A partir dessas ideias, considerando o contexto da sua escola e suas atribuições de PROGETEC, reflita sobre as questões abaixo:Questão 1 - Como o professor e aluno "aprende a ler" e "compreender" na sociedade da informação?
Questão 2 - Quando trabalhar com pesquisa pode representar um "risco" para a aprendizagem?
Questão 3 - Como preparar os alunos para "o que focar e o que descartar" no momento da leitura?
Para facilitar a socialização das contribuições usaremos o quadro abaixo.
Quadro - Socialização do Tema 8/GED NTE-Regional.
PROGETEC(s)
Aprender a ler e compreender.
Pesquisa e aprendizagem.
Foco da leitura.
Para Moran:
"Boa parte do fluir informativo é redundante e banal; não vale a pena dedicar-lhe tanto tempo".
A chave para esse emaranhado de coisas, está no ato de aprender a ler as informações, para que possamos discernir o que é preciso ler e subtrair, o que as múltiplas linguagens e mídias nos oferecem de mais importante, a fim de, aprofundarmos o nosso conhecimento, com vista num saber sistemático de ideias que contribuem na qualidade e compreensão da aprendizagem, a qual nos propomos a realizar.
Diante de tantos recursos e meios de comunicação (FACEBOOK, TWITER, BATE-PAPO, E-MAIL e outros), a "quebra" de atenção e concentração é constante, isso faz com que o silêncio e a recepção de informações e aprendizagem sejam prejudicadas.
E.E. Leontino
A. de Oliveira
Rio Negro
E.E.Professora Catarina de Abreu
PROGETEC: Nayara da Silva Castro/ EE José Serafim Ribeiro
A leitura é uma das principais atividades da instituição escolar, por isso a mesma precisa ser trabalhada com dedicação e esforço tanto pelo gestor da escola quanto pelos educadores.
A leitura e a escrita são o próprio processo de formação de uma cultura letrada. Ler e escrever são atividades exigidas na educação escolar, mas para os alunos, quase sempre ou em quase sua totalidade, é um fardo, um processo enfadonho, desvinculado com qualquer aproximação com o prazer. O que ele faz em relação a tais atividades está diretamente relacionado com obrigação e, em um mundo de alta tecnologia, comunicar pela oralidade está cada vez mais acessível, como por exemplo: o uso do telefone, do rádio, da televisão, da Internet e outros meios eletrônicos.==== ====O estudo em sala de informática tem que ser dirigido porque senão fica uma coisa muito vaga. O aluno acaba por dispersar suas idéias e entrando em sites que não são autorizados pelos professores. Se for um estudo bem dirigido o professor conseguirá alcançar seus objetivos fazendo com que o aluno aprenda mais e leia mais.
A leitura é, pois, um processo que exige a habilidade e a capacidade cognitiva do próprio leitor, o que significa, que o nível de leitura é construído a partir de um ponto e nunca está pronto, porque quanto mais se lê, mais se aprende a ler. Da mesma forma acontece com a escrita, ou seja, quanto mais se escreve mais se aprende a escrever
E.E.Vespasiano Martins-Sidrolândia.
PROGETECs
Giliarde Rodrigues
Geovani Vilela
Rosiley Alves
E.E.M.S eE.E.C.B;
PROGETECS: Janaina Silvéria, Marli Borges da Costa e Sueli O. C. Ramos.
Se os alunos centrar na compreensão da leitura eles vai entender a outra evidência sobre o acto de ler que nem sempre mereceu o devido reconhecimento: não basta aprender a ler, é necessário aprender com o que se lê: necessário interpretar os conteúdos e atribuir-lhes significado, para que a leitura, enquanto exercício de inteligência cumpra o seu papel, esta interpretação não é um acto mecânico de juntar letras e formar palavras, mas um verdadeiro diálogo entre aluno e professor em que ambos coparticipa na produção de sentido do texto e leitura
Embora este seja o quadro desejável, nem sempre é o que se encontra nas realidades de sala de aula, especialmente em países em que a pesquisa neste ambiente não é tradição e onde o professor-pesquisador é ainda uma quimera.
Um dos aspectos que tem merecido a atenção dos pesquisadores é o intercâmbio entre alunos no processo ensino-aprendizagem e a passagem do controle das atividades educacionais para o próprio aluno.
PROGETEC DANIELLE NAVARRO
PROGETEC - Edinho
PROGETEC Eliane Neves
Para Moran,"É importante quebrar o ritmo do caleidoscópio informativo para meditar, pensar, analisar, perceber, decantar, concluir. Sem esses tempos de quebra de ritmo, corremos o risco de sermos levados pelas sucessivas ondas, sem saber surfá-las."
Pois com tanta informação tecnológica é uma tarefa árdua o professor conseguir conquistar no aluno o hábito da leitura, com certeza será uma batalha, mas uma batalha bem mais fácil com o uso das tecnologias educacionais a nosso favor, pois assim o professor consegue se aproximar do aluno e une o dever ao prazer.
Quando o professor tem um tempo extra para selecionar melhor os sites com certeza a melhoria acontece. Então o risco está na falta de tempo em avaliar o conteúdo disponível, e digo todo o conteúdo.
Cabe ao professor direcionar as leituras significativas que favoreçam a aprendizagem do aluno.
algumas formas de direcionamentos seriam, propor roteiros, lanças desafios, problematizar, formular questões abrangentes que permitam diferentes soluções e interpretações.
PROGETEC Vanessa Benites